Vou me movendo,
me embrenhando no emaranhado de estrelas,
se ela vem ou não vem, fica a interrogação abissal,
o rasante voo da serpente de sentimentos
se ela vem ou não vem, fica a interrogação abissal,
o rasante voo da serpente de sentimentos
Pesco nas partes que não toco do tempo mais que preciso,
a montanha do pleno firmamento,
sete anos no Himalaia,
sete anos no Himalaia,
sete cordas para que eu entre e saia do abismo,
para eu que te resgate me resgatando
para eu que te resgate me resgatando
E foi no musgo, no limo que armei a torre de sândalo ,
e entre as escarpas da água entranho os dedos,
a alma dos dedos,
o maciço anel de jade para que percas o medo
de ter medo, para que se decida
e marque teu nome na alada música,
no Orfeu do canto que preparo desde muito antes
e entre as escarpas da água entranho os dedos,
a alma dos dedos,
o maciço anel de jade para que percas o medo
de ter medo, para que se decida
e marque teu nome na alada música,
no Orfeu do canto que preparo desde muito antes
( edu planchêz )

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